http://minilua.com/dia-amigo/
Hoje dentro do meu sistema nervoso central, insiste em subir um sentimento agudo,
cisma em se fazer perceber como se fosse uma incisão feita com o mais fino dos bisturis,
Se fazendo de uma dor fininha e aguda, não como se fosse uma agulha de costura, mas um fio de aço, daqueles que se usa para fazer cateterismo, ou coisa semelhante.
Em linguagem poética poderia fazer mil comparações análogas, poderia perder seu tempo explicando em onomatopeias, em tuc tucs, em xiis xiis, uis uis ou outras significativas explicadoras para esse sentir doloridinho da falta de algo nesse dia de hoje.
Dia do amigo, 20 de julho.
Como nossa sociedade fútil ou fugaz, saberia classificar essa significância importante reportada à minha adolescência.
Os adolescentes alguns, esses sabem ser amigos e não temem demonstrar a vontade de andar em bandos, constatando e demonstrando sua insignificância de ser solitário.
Ao crescer, vamos tomando a consciência das curvas, bifurcações e entroncamentos da nossa estrada, vamos nos perdendo e perdendo uns aos outros.
Vamos tomando a impressão amarga que deixa a vida das decisões e amores que nos distanciam daqueles que chamamos amigos!
Então em algum momento nos vimos em um mundo de convenções e posturas socialmente corretas, onde todo mundo é amigo de todos e de nenhum ao mesmo tempo. Onde os interesses e preocupações são centralizadas a um palmo acima da pelvis.
Hoje ao me deparar com algumas mensagens pré fabricadas nessa rede social viciante que frequento, em mim cresceu a melancolia e a saudade.
Saudade de mim quando era amiga de alguém, e me preocupava exclusivamente com a amizade que nos sustentava.
Saudades das folhas em branco e dos lápis que derramavam os sonhos e desejos.
Feliz dia do amigo para você também!
Este é um Blog para pessoas sensíveis e extravagantes, simples e excêntricas, felizes chorando e gargalhando de raiva... Que estão presas neste mundo, e são soltas no ar!
sábado, 20 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
Lua Minguante
Às vezes as perguntas
insistem e resistem no profundo do meu estômago, a despeito de quaisquer sais
de fruta ou digestivos que possa ingerir gorfam e borbulham boca a fora
envergonhando meu ser cimentado de otimismo e da aparência que adora sorrir.
Será que devo amargurar e
dependurar de vez e definitivamente os farrapos no varal em frente do meu
quintal tão bonito, expondo mesmo as mazelas desse meio século de desacertos
vividos?
Será que devo mesmo virar os
lábios em ricto formando uma lua minguante de cabeça pra baixo e assim de vez
escancarar a visão da decepção e do cansaço contemporâneo?
Será que devo exumar a
adolescente que exalava um certo retardo mental, de tanto que brincava e gozava
os segundos e os minutos constituintes de cada hora?
Ou devo assumir a meia idade, às vésperas do finalzinho da descida da montanha, muito depois de ter passado o tempo do arco-íris?
Será que devo arriscar ser
caçada pelos habitantes da nova era, que me infligem e ridicularizam ainda
mais meu jeito de Peter Pan de saias, será que aguento mais uns 10 anos
resistindo a maturidade da terceira idade?
E se me recusar a ser infeliz
mediante as tamanhas admoestações e defenestrações já vividas e que deixaram
tentáculos a emaranhar o cinza do meu cérebro vez em quando?
Será que vou resistir às
armadilhas dos olhares dos homens de preto, ao cismar em dançar do lado de fora
do meu portão?
Não dou conta das questões.
Verdadeiramente necessito da
sua ajuda!
Ou será que não preciso de
porra nenhuma e ultrapassei a medida da razão e não necessito mais da tua
autorização?
Ser maluca é ser contrária a
todas as regras estabelecidas e gostar daqueles que me fazem sorrir diante das
poças repletas de lama e fezes?
Verifiquei que as cores
amarela e azul contem ácido e sufocam e contagiam seus respirantes, só posso
dizer que tenham cuidado!
Tenho o direito de continuar
vivendo do jeito que sei, posso cantar alto, batucar e correr com risco de
cair?
Até onde meu incômodo te
corrói?
Hoje tenho apenas uma certeza, se for para mudar, prefiro entregar os pontos e cair 10 andares para não ter que entregar minha carteira de identidade para os seres hipócritas de paletó e gravata.
Acho que nunca realizarei
alguns sonhos.
Precisamente posso afirmar
que dentro do meu próprio mundo consegui visualizar lugares que meus pés não
pisaram, conheço de cor esquinas que desejei ter dobrado e amei verdadeiramente
as melhores pessoas existentes neste mundo.
É clichê repetir que só sei
que nada sei? Então é isso!
gilzinha
domingo, 16 de junho de 2013
" 28 hotel rooms" Os limites, as paredes e a queda do muro de Berlim!
fonte imagem: wae.blogs.starnewsonline.com
Resenha poética do filme "28 Rooms hotel"
O que fiz de errado?
Aquilo era amor?
O sexo foi leviano?
Quem é mais fiel?
Quem traiu mais seus próprios sentimentos?
O que é ser sincero em uma relação?
Você me traiu? Muitas vezes, inimagináveis!
Nada era mais fiel ao amor, do que aquele casal sorrateiro...
Todos aqueles quartos de Hotel.
Nada era mais libertário do que aquela prisão!
A volúpia e a luxúria eram tão inocentes.
Aquelas traições eram tão legítimas.
Incrível como chegamos a sofrer pelo oposto do "politicamente correto"!
Como ansiamos pelo final feliz daqueles que são os vilões.
Desta forma teremos que rever o que a sociedade impôs como certo ou errado?
Será que teremos que rever os conceitos?
Teremos que reanalisar as análises feitas pelos maiores pensadores e filósofos?
Quem retratou a primeira regra?
Pela felicidade vale tudo?
Da mesma maneira em que revimos o conceito do que é ser 'louco"?
Tantos transtornos renomeados, será que nos definirão e a nossas dúvidas?
Abro o debate e aguardo sugestões de questionamentos.
Perguntas? .........
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O antagonismo dessas situações.
www.facebook.com/tanabierwww.fac
Quem sabe dizer o que é exato matematicamente?
Com quantos anos ainda se é jovem?
Morrer aos 59 é um saco?!
Hoje as 18 hs e uns tantos minutos me lembrei minha irmã Grace!
Comendo um pão queimado no fogo, com manteiga e queijo minas.
Uma vez, em um dia, ainda com 40 e poucos ela teve um namorado.
Um cara meio bobo, muito aquém do que ela merecia.
Mas esse cara de qualquer maneira, fazia ela se sentir desejada e bonita, então foi válido.
Então esse cara meio bobo, ia na casa dela e ela fazia pastel.
Pastel de queijo e cerveja Kaiser.
Então relembrando esses momentos de comer e beber, e de visualizar essas cenas tão apetitosas,
inevitável foi me deparar com os questionamentos.
Morrer com 59 anos é justo?
E querer ser jovem com 52?
Nada é justo, pouca coisa é normal.
Se uma mulher entrega toda sua vida de jovem nos anos 50 a apenas 1 homem!
E se essa se vir aos 70 anos, finalmente livre e feliz gargalhar para o repórter?
Ela foi infeliz antes ou apenas não sabia que é possível ser feliz depois dos 70?
É ridículo se encher de tatuagens depois dos 70, ou foi ridículo deixar sua vida nas mãos de um outro habitante do lado de fora do seu próprio aos 20?
Porra cada vez mais acho que o meu certo é o errado do meu vizinho!
Então vivamos, rezando e pedindo ao Deus que acreditemos, para que cada vez menos julguemos.
Não julguemos!
O gordo, o fraco, a loura oxigenada, a preta de aplique.
Paremos de perder tempo.
O tempo é traidor!
E ano que vem quero ir a Los Angeles!
domingo, 2 de junho de 2013
VANCINI
fonte:tatielybiscuits.blogspot.com
Quando te conheci fomos conectadas por uma fraternidade desconhecida.
Um sentimento de amizade exacerbado.
Quanta companheirice em nossos jeitos brejeiros e espontâneos.
Compartilhávamos de uma vontade de ser a versão feminina de "peter pan"!
Um dia combinamos as vontades de largar nossos empregos e tudo para trás para entrarmos em uma companhia de Teatro de preferência de rua.
As nossas gargalhadas eram legítimas e causavam ciúmes!
Nosso amor de irmãs vinha de outra dimensão do alto da montanha atrás de um arco-íris!
Sinceridade, dependência e vontade de ajudar em todos os sentidos.
Eu era um tsunami de carência, você uma enormidade de generosidade!
Por isso não aguento te amar assim a distância.
Sinto tanta falta do teu abraço, e não achei em nenhum lugar do mundo outro igual.
Nossas combinações desajuizadas...
Tentávamos nos colocar a parte do resto para proteger a cumplicidade.
Não deu!
Te perdi irremediavelmente.
Gosto de te saber tal qual mocinha de filme de "faroeste"
Amo te ver entre dedos nos braços de um príncipe!
Mas não te isento desse abandono minha irmãzinha!
É o que sinto, é o que te confidencio...
Essa saudade que não quer te deixar ir-se embora!
Mas vou te largando pode deixar!
Vai-te indo embora devagar, eu duvido que essa aura vai se apagar!
Quando te conheci fomos conectadas por uma fraternidade desconhecida.
Um sentimento de amizade exacerbado.
Quanta companheirice em nossos jeitos brejeiros e espontâneos.
Compartilhávamos de uma vontade de ser a versão feminina de "peter pan"!
Um dia combinamos as vontades de largar nossos empregos e tudo para trás para entrarmos em uma companhia de Teatro de preferência de rua.
As nossas gargalhadas eram legítimas e causavam ciúmes!
Nosso amor de irmãs vinha de outra dimensão do alto da montanha atrás de um arco-íris!
Sinceridade, dependência e vontade de ajudar em todos os sentidos.
Eu era um tsunami de carência, você uma enormidade de generosidade!
Por isso não aguento te amar assim a distância.
Sinto tanta falta do teu abraço, e não achei em nenhum lugar do mundo outro igual.
Nossas combinações desajuizadas...
Tentávamos nos colocar a parte do resto para proteger a cumplicidade.
Não deu!
Te perdi irremediavelmente.
Gosto de te saber tal qual mocinha de filme de "faroeste"
Amo te ver entre dedos nos braços de um príncipe!
Mas não te isento desse abandono minha irmãzinha!
É o que sinto, é o que te confidencio...
Essa saudade que não quer te deixar ir-se embora!
Mas vou te largando pode deixar!
Vai-te indo embora devagar, eu duvido que essa aura vai se apagar!
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Mulher de décadas!
Se eu tivesse um pouco de juízo hoje
Muitos conselhos teria a dar aos jovens dos 20 aos 40!
Sou uma mulher que viveu de década em década.
Sempre afoita ao invés de viver cada minuto
Bem esse foi só mais dos meus erros enfim!
Na minha própria década dos 20 me dediquei exclusivamente ao amor
Larguei tudo, xinguei todos, corri dos outros, desmoronei todos os castelos
Não existe nem 1 segundo de arrependimento.
Os tolos diziam “o seu futuro está estragado!”
E como acertaram.
Estaria estragado meu futuro Executivo!
Estaria imprevisível e despreparado meu futuro Judicial
Estaria perdido meu futuro Legislativo.
Como li em artigo do meu colega “Pedro Bial”
Só temos uma vida para viver, e de segunda a segunda não é possível viver 2 personagens!
Ou serei mãe jovem ou farei 2 Faculdades, pós e doutorado
Ou serei dedicada exclusivamente mãe, ou estarei “UP TO DATE” com as novas tecnologias!
Ou amarei e serei fiel ao meu único amor, ou experimentarei vários para ter certeza de
Qual será o melhor para mim.
Ou serei prática ou agirei com paixão!
Então expliquei, deu para entender??
Em décadas!
Escolhi ser bela e viver hormonalmente ( sempre se é belo e hormonal aos 20 anos)
E nessa década vivi para o a o amor!
Na minha década dos 30 vivi o princípio das minhas próprias escolhas
Lógico que ainda equivocadas e meio radicais
Fonte: www.aformulabr.com
Com 30 anos acreditava que estava já caminhando para a "velhice"
E que teria pouco tempo para ainda usufruir do que a vida teria a me oferecer!
Quanta correria e aflição, quanta pressa!
A minha outra identidade (mais tarde descobri que temos várias) ainda sem juízo nenhum
Buscava o infindável e inusitado
O que não teve, o que não viveu...
E a idade sempre ameaçando com o desencontro de meus próprios sonhos.
Nessa década acabou nada se alterando, e os amores não só continuaram
os mesmos, como se multiplicaram...
Ah que fase boa! Acho que nasci mesmo para procriar.
E nessa volta a velha carreira, ganhei tanto amor, que se eu soubesse
teria sido mais bem sucedida nessa parte.
Ah mas e os outros sonhos?
Putz! Tinha que novamente esperar o tempo passar.
Mas tinha tanto medo da idade!
Sabe aquela idade que começa com QUA e acaba com RENTA??
Socorro!!!!!!!!!
Deus me livre dessa idade, TUDO menos fazer qua...
Mas aí quando vi já era!
Outra década, e a velhice?
Está tão a porta assim como eu pensara aos 30?
Na década de 40 tantas coisas boas aconteceram!
O amor?
O velho amor estava lá irredutível.
As coisas que foram conquistadas e TODAS as que ainda não estavam nem perto de ser.
Aí veio o esquecimento do medo da velhice.
Não existia mais motivo, porque ou era ela ou a OUTRA!
Então comecei a regredir e correr mais ainda!
Tanta correria para recuperar o tempo perdido, mas nunca!
Como me disse meu colega Cazuza........
A executiva finalmente deu as caras
A prole estava firme e forte
Até o Diploma finalmente enfeitou minha parede!
Então na ânsia de não perder mais tempo, quase perdi tudo ( alguns dizem que perdi) duvido!
Não perdi nada, escolhi.
Tão bom poder escolher!
Não fiz faculdade de Comunicação Social aos 18
Não fui para os Estados unidos aos 24.
Não me tornei uma jornalista poliglota
Não falo inglês fluente
Nunca fui à Paris
Não posso dirigir a toda a velocidade meu carro 4.0...
Escolhas...
Descobri que nem se trata de dinheiro
E que ele não é 100 % responsável pela minha felicidade
Mas tenho certeza que a falta dele foi responsável de 60% do fracasso dos meus sonhos.
Mas não foi responsável por toda a felicidade, nem influenciou as maiores tristezas.E a década de 50? Podem perguntar! É, já chegou também.
As coisas então nessa década já vêm quase prontas
Maternidade: CHECK
Profissão: CHECK
Diploma: CHECK
Vida amorosa: ( ? )
Então vou tentar dessa década fazer o que falta
Mas se fizer, o que vai ficar para a outra?
Cruzes! aquela que começa com SE e acaba com SSENTA?
Cruzes!!!
Fonte: imagem: marthahelenaperdaseganhos.blogspot.com
quinta-feira, 9 de maio de 2013
A Descoberta da Solidão, um Poema Patriótico!
revistaecotour.com.br
Hoje me descobri sozinha
Concluí que tenho apenas a mim mesmo e minha mente insana
Descobri que na decisão de encontrar alguém e formar um par
Podemos colocar a perder nossa chance de unicamente ser feliz ou estar vivo.
Pode-se morrer aos vinte anos sem possibilidade de um segundo diagnóstico.
As vezes por descuido ou ansiedade conectados pela imaturidade
escolhe-se morrer aos pedacinhos e gastar seu vigor em na trama de sua própria derrota.
Então nos resta espiar de óculos cada erro e a sucumbência na derrota total.
A baixa auto-estima, a falta de amor próprio, a nenhuma opção, poucas portas, nenhuma janela.
A preguiça, o medo e a insegurança é escrava da fraqueza e dos cadeados.
Carente de amor, de aceitação, o desejo desenfreado de agradar e de ser amado, esses longos
corredores levam a lugar nenhum.
Vivendo apenas pelas fotos que vimos, através das montanhas distantes que não alcançamos, soltando
a voz que nos ameaça a agressão.
"Vai-te embora alma patética e imprestável!
Vampiro insatisfeito, estou já sem sangue!
Crave teus caninos gastos em um pescoço mais enrugado
Para mim não deixou sobrar nada!
Esvaziou cada furo da minha epiderme
Paguei cada sorriso teu até meu último centavo.
Nada mais resta da brancura dos meus dentes a mastigar tuas migalhas!
Consumo demasiado, mau uso e desperdício!"
Hoje me descobri sozinha
Concluí que tenho apenas a mim mesmo e minha mente insana
Descobri que na decisão de encontrar alguém e formar um par
Podemos colocar a perder nossa chance de unicamente ser feliz ou estar vivo.
Pode-se morrer aos vinte anos sem possibilidade de um segundo diagnóstico.
As vezes por descuido ou ansiedade conectados pela imaturidade
escolhe-se morrer aos pedacinhos e gastar seu vigor em na trama de sua própria derrota.
Então nos resta espiar de óculos cada erro e a sucumbência na derrota total.A baixa auto-estima, a falta de amor próprio, a nenhuma opção, poucas portas, nenhuma janela.
A preguiça, o medo e a insegurança é escrava da fraqueza e dos cadeados.
Carente de amor, de aceitação, o desejo desenfreado de agradar e de ser amado, esses longos
corredores levam a lugar nenhum.
Vivendo apenas pelas fotos que vimos, através das montanhas distantes que não alcançamos, soltando
a voz que nos ameaça a agressão.
"Vai-te embora alma patética e imprestável!
Vampiro insatisfeito, estou já sem sangue!
Crave teus caninos gastos em um pescoço mais enrugado
Para mim não deixou sobrar nada!
Esvaziou cada furo da minha epiderme
Paguei cada sorriso teu até meu último centavo.
Nada mais resta da brancura dos meus dentes a mastigar tuas migalhas!
Consumo demasiado, mau uso e desperdício!"
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