Dentre tantos nomes, esse foi o escolhido e a despeito do significado, que soube depois, foi plantada em mim a semente de um futuro amor!
Confesso que fiquei com muito ciúmes de outra estrela fazer parte da companhia de celebridades de minha vida, pois queria só aquela outra pequenina por enquanto, de nome Bia!
E como nada é planejado por mim, e sim por aquilo ou aquele que é muito maior do que qualquer coisa ou qualquer pessoa, você veio se imiscuindo devagar e plantando pequenas doses de amor e aconchego.
É fácil se encantar com pequenos seres que já vem brilhando cheio de purpurinas imaginárias e revestidos de remédios para acalmar, para acordar e para alegrar.
Então Manu, é já estou com toda essa intimidade mesmo, é Manu você já está aprontando das suas e até porque é bem espertinha e sabe que a concorrência está de matar, com tantas beldades encantadoras e carismáticas que te precedem, já está mesmo é querendo chegar com grande produção e bastante marketing empreendedor, e é lógico bastante estardalhaço!
Bebê já te esperamos tanto, e mesmo que rezemos para que espere o tempo certo, estou doidinha pra ver tua carinha e tua bochecha!
Queríamos não ter concorrentes tão fortes, mas como sabes já tem Rafaela, Sofia, Bia, Amanda, Ufa!
E mesmo que tu me sussurres que não está nem aí pra competição, e muito mais sensível que nós bem sabes que vais chegar num envolto de tantas coisas boas que ao mesmo tempo em que vais ofuscar, vais mesmo é destacar o mais bonito e importante de cada um!
Então a te esperar estamos ansiosos e pacientes.
Você já é a mais linda entre todas, no início, depois apenas vai sobressair o teu próprio encanto e vais ser mais uma no buquê!
Manu, te amo mais do que pensei!
Que coisa né?
Esperando, esperando, esperando, mas calma, calma, calma!
gilzinha
Este é um Blog para pessoas sensíveis e extravagantes, simples e excêntricas, felizes chorando e gargalhando de raiva... Que estão presas neste mundo, e são soltas no ar!
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Sorry!
Me desculpe de verdade por ter que continuar a viver de sonhos
Por nem sequer a chegar perto da tua maturidade e realismo.
Por nunca sequer ter sido a pessoa dos teus sonhos.
Por nem sequer entender porque tu não tem sonhos.
Porque só quer comer feijão com arros e pão!
Meu Deus então por que não evitamos?
Por que em algum momento fantasiei que tu eras sim o meu príncipe?
Por que justo nessa hora sonhei tão pouco!
Me perdoa de verdade por não conseguir evitar meus sonhos,
E ter tanta raiva de ser jogada da cama abaixo quebrando cada vez mais e diferentes partes de meus membros!
Desculpa, por favor!
Meu peito agora está cheio de mágoas!
por que meu pai falou quando eu nasci que iria ser cantora?
Canto agora aos 4 cantos do mundo a minha falta de aceitação dessa realidade sem graça!
Quando eu morrer, ponha apenas meu passaporte e a bandeira do vasco!
Quero estar nua, eu apenas e meus sonhos!
Se tenho dívidas, considerem-nas pagasQue se danem meus julgadores!
Aqueles que não sonham, quero que morram de inanição!
Uma menina me disse um dia: " tenho que ir a determinado show! Não tenho escolha, tenho que ir!"
Não entendi nada do contexto real desse discurso, mas quero berrar para vocês hoje!
"NÃO TENHO ESCOLHA, TENHO QUE SONHAR!"
Quem não gostar me mate!
Mas de você queria um pouco mais de compaixão!
Fuck!
Me desculpa! Sou retardada, não cresci, fiquei órfã de pai muito cedo!
Nunca tive um padrasto, não sei lidar com um nessa fase!
Choro agora!
Que ódio de mim mesma!
Que raiva rasgando meu peito, subindo pela traqueia.
Vontade de morrer de tanto ódio!
Não quero que ninguém entenda!
Sou eu sozinha, agora mesmo lá fora!
"A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora -( Gregório Duvivier).
Então pra você me odiar de verdade, conto só pra você em letras GARRAFAIS:
Vou dirigir a 120 km por hora por cima na "Brooklin Bridge"
Ano que vem vou aprender a pilotar avião!
Ah! E vou renovar minha CNH!
Pronto agora falei!
Sorry!
gilzinha
sábado, 20 de julho de 2013
Feliz dia do amigo! ( Tão Eu )
http://minilua.com/dia-amigo/
Hoje dentro do meu sistema nervoso central, insiste em subir um sentimento agudo,
cisma em se fazer perceber como se fosse uma incisão feita com o mais fino dos bisturis,
Se fazendo de uma dor fininha e aguda, não como se fosse uma agulha de costura, mas um fio de aço, daqueles que se usa para fazer cateterismo, ou coisa semelhante.
Em linguagem poética poderia fazer mil comparações análogas, poderia perder seu tempo explicando em onomatopeias, em tuc tucs, em xiis xiis, uis uis ou outras significativas explicadoras para esse sentir doloridinho da falta de algo nesse dia de hoje.
Dia do amigo, 20 de julho.
Como nossa sociedade fútil ou fugaz, saberia classificar essa significância importante reportada à minha adolescência.
Os adolescentes alguns, esses sabem ser amigos e não temem demonstrar a vontade de andar em bandos, constatando e demonstrando sua insignificância de ser solitário.
Ao crescer, vamos tomando a consciência das curvas, bifurcações e entroncamentos da nossa estrada, vamos nos perdendo e perdendo uns aos outros.
Vamos tomando a impressão amarga que deixa a vida das decisões e amores que nos distanciam daqueles que chamamos amigos!
Então em algum momento nos vimos em um mundo de convenções e posturas socialmente corretas, onde todo mundo é amigo de todos e de nenhum ao mesmo tempo. Onde os interesses e preocupações são centralizadas a um palmo acima da pelvis.
Hoje ao me deparar com algumas mensagens pré fabricadas nessa rede social viciante que frequento, em mim cresceu a melancolia e a saudade.
Saudade de mim quando era amiga de alguém, e me preocupava exclusivamente com a amizade que nos sustentava.
Saudades das folhas em branco e dos lápis que derramavam os sonhos e desejos.
Feliz dia do amigo para você também!
Hoje dentro do meu sistema nervoso central, insiste em subir um sentimento agudo,
cisma em se fazer perceber como se fosse uma incisão feita com o mais fino dos bisturis,
Se fazendo de uma dor fininha e aguda, não como se fosse uma agulha de costura, mas um fio de aço, daqueles que se usa para fazer cateterismo, ou coisa semelhante.
Em linguagem poética poderia fazer mil comparações análogas, poderia perder seu tempo explicando em onomatopeias, em tuc tucs, em xiis xiis, uis uis ou outras significativas explicadoras para esse sentir doloridinho da falta de algo nesse dia de hoje.
Dia do amigo, 20 de julho.
Como nossa sociedade fútil ou fugaz, saberia classificar essa significância importante reportada à minha adolescência.
Os adolescentes alguns, esses sabem ser amigos e não temem demonstrar a vontade de andar em bandos, constatando e demonstrando sua insignificância de ser solitário.
Ao crescer, vamos tomando a consciência das curvas, bifurcações e entroncamentos da nossa estrada, vamos nos perdendo e perdendo uns aos outros.
Vamos tomando a impressão amarga que deixa a vida das decisões e amores que nos distanciam daqueles que chamamos amigos!
Então em algum momento nos vimos em um mundo de convenções e posturas socialmente corretas, onde todo mundo é amigo de todos e de nenhum ao mesmo tempo. Onde os interesses e preocupações são centralizadas a um palmo acima da pelvis.
Hoje ao me deparar com algumas mensagens pré fabricadas nessa rede social viciante que frequento, em mim cresceu a melancolia e a saudade.
Saudade de mim quando era amiga de alguém, e me preocupava exclusivamente com a amizade que nos sustentava.
Saudades das folhas em branco e dos lápis que derramavam os sonhos e desejos.
Feliz dia do amigo para você também!
terça-feira, 16 de julho de 2013
Lua Minguante
Às vezes as perguntas
insistem e resistem no profundo do meu estômago, a despeito de quaisquer sais
de fruta ou digestivos que possa ingerir gorfam e borbulham boca a fora
envergonhando meu ser cimentado de otimismo e da aparência que adora sorrir.
Será que devo amargurar e
dependurar de vez e definitivamente os farrapos no varal em frente do meu
quintal tão bonito, expondo mesmo as mazelas desse meio século de desacertos
vividos?
Será que devo mesmo virar os
lábios em ricto formando uma lua minguante de cabeça pra baixo e assim de vez
escancarar a visão da decepção e do cansaço contemporâneo?
Será que devo exumar a
adolescente que exalava um certo retardo mental, de tanto que brincava e gozava
os segundos e os minutos constituintes de cada hora?
Ou devo assumir a meia idade, às vésperas do finalzinho da descida da montanha, muito depois de ter passado o tempo do arco-íris?
Será que devo arriscar ser
caçada pelos habitantes da nova era, que me infligem e ridicularizam ainda
mais meu jeito de Peter Pan de saias, será que aguento mais uns 10 anos
resistindo a maturidade da terceira idade?
E se me recusar a ser infeliz
mediante as tamanhas admoestações e defenestrações já vividas e que deixaram
tentáculos a emaranhar o cinza do meu cérebro vez em quando?
Será que vou resistir às
armadilhas dos olhares dos homens de preto, ao cismar em dançar do lado de fora
do meu portão?
Não dou conta das questões.
Verdadeiramente necessito da
sua ajuda!
Ou será que não preciso de
porra nenhuma e ultrapassei a medida da razão e não necessito mais da tua
autorização?
Ser maluca é ser contrária a
todas as regras estabelecidas e gostar daqueles que me fazem sorrir diante das
poças repletas de lama e fezes?
Verifiquei que as cores
amarela e azul contem ácido e sufocam e contagiam seus respirantes, só posso
dizer que tenham cuidado!
Tenho o direito de continuar
vivendo do jeito que sei, posso cantar alto, batucar e correr com risco de
cair?
Até onde meu incômodo te
corrói?
Hoje tenho apenas uma certeza, se for para mudar, prefiro entregar os pontos e cair 10 andares para não ter que entregar minha carteira de identidade para os seres hipócritas de paletó e gravata.
Acho que nunca realizarei
alguns sonhos.
Precisamente posso afirmar
que dentro do meu próprio mundo consegui visualizar lugares que meus pés não
pisaram, conheço de cor esquinas que desejei ter dobrado e amei verdadeiramente
as melhores pessoas existentes neste mundo.
É clichê repetir que só sei
que nada sei? Então é isso!
gilzinha
domingo, 16 de junho de 2013
" 28 hotel rooms" Os limites, as paredes e a queda do muro de Berlim!
fonte imagem: wae.blogs.starnewsonline.com
Resenha poética do filme "28 Rooms hotel"
O que fiz de errado?
Aquilo era amor?
O sexo foi leviano?
Quem é mais fiel?
Quem traiu mais seus próprios sentimentos?
O que é ser sincero em uma relação?
Você me traiu? Muitas vezes, inimagináveis!
Nada era mais fiel ao amor, do que aquele casal sorrateiro...
Todos aqueles quartos de Hotel.
Nada era mais libertário do que aquela prisão!
A volúpia e a luxúria eram tão inocentes.
Aquelas traições eram tão legítimas.
Incrível como chegamos a sofrer pelo oposto do "politicamente correto"!
Como ansiamos pelo final feliz daqueles que são os vilões.
Desta forma teremos que rever o que a sociedade impôs como certo ou errado?
Será que teremos que rever os conceitos?
Teremos que reanalisar as análises feitas pelos maiores pensadores e filósofos?
Quem retratou a primeira regra?
Pela felicidade vale tudo?
Da mesma maneira em que revimos o conceito do que é ser 'louco"?
Tantos transtornos renomeados, será que nos definirão e a nossas dúvidas?
Abro o debate e aguardo sugestões de questionamentos.
Perguntas? .........
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O antagonismo dessas situações.
www.facebook.com/tanabierwww.fac
Quem sabe dizer o que é exato matematicamente?
Com quantos anos ainda se é jovem?
Morrer aos 59 é um saco?!
Hoje as 18 hs e uns tantos minutos me lembrei minha irmã Grace!
Comendo um pão queimado no fogo, com manteiga e queijo minas.
Uma vez, em um dia, ainda com 40 e poucos ela teve um namorado.
Um cara meio bobo, muito aquém do que ela merecia.
Mas esse cara de qualquer maneira, fazia ela se sentir desejada e bonita, então foi válido.
Então esse cara meio bobo, ia na casa dela e ela fazia pastel.
Pastel de queijo e cerveja Kaiser.
Então relembrando esses momentos de comer e beber, e de visualizar essas cenas tão apetitosas,
inevitável foi me deparar com os questionamentos.
Morrer com 59 anos é justo?
E querer ser jovem com 52?
Nada é justo, pouca coisa é normal.
Se uma mulher entrega toda sua vida de jovem nos anos 50 a apenas 1 homem!
E se essa se vir aos 70 anos, finalmente livre e feliz gargalhar para o repórter?
Ela foi infeliz antes ou apenas não sabia que é possível ser feliz depois dos 70?
É ridículo se encher de tatuagens depois dos 70, ou foi ridículo deixar sua vida nas mãos de um outro habitante do lado de fora do seu próprio aos 20?
Porra cada vez mais acho que o meu certo é o errado do meu vizinho!
Então vivamos, rezando e pedindo ao Deus que acreditemos, para que cada vez menos julguemos.
Não julguemos!
O gordo, o fraco, a loura oxigenada, a preta de aplique.
Paremos de perder tempo.
O tempo é traidor!
E ano que vem quero ir a Los Angeles!
domingo, 2 de junho de 2013
VANCINI
fonte:tatielybiscuits.blogspot.com
Quando te conheci fomos conectadas por uma fraternidade desconhecida.
Um sentimento de amizade exacerbado.
Quanta companheirice em nossos jeitos brejeiros e espontâneos.
Compartilhávamos de uma vontade de ser a versão feminina de "peter pan"!
Um dia combinamos as vontades de largar nossos empregos e tudo para trás para entrarmos em uma companhia de Teatro de preferência de rua.
As nossas gargalhadas eram legítimas e causavam ciúmes!
Nosso amor de irmãs vinha de outra dimensão do alto da montanha atrás de um arco-íris!
Sinceridade, dependência e vontade de ajudar em todos os sentidos.
Eu era um tsunami de carência, você uma enormidade de generosidade!
Por isso não aguento te amar assim a distância.
Sinto tanta falta do teu abraço, e não achei em nenhum lugar do mundo outro igual.
Nossas combinações desajuizadas...
Tentávamos nos colocar a parte do resto para proteger a cumplicidade.
Não deu!
Te perdi irremediavelmente.
Gosto de te saber tal qual mocinha de filme de "faroeste"
Amo te ver entre dedos nos braços de um príncipe!
Mas não te isento desse abandono minha irmãzinha!
É o que sinto, é o que te confidencio...
Essa saudade que não quer te deixar ir-se embora!
Mas vou te largando pode deixar!
Vai-te indo embora devagar, eu duvido que essa aura vai se apagar!
Quando te conheci fomos conectadas por uma fraternidade desconhecida.
Um sentimento de amizade exacerbado.
Quanta companheirice em nossos jeitos brejeiros e espontâneos.
Compartilhávamos de uma vontade de ser a versão feminina de "peter pan"!
Um dia combinamos as vontades de largar nossos empregos e tudo para trás para entrarmos em uma companhia de Teatro de preferência de rua.
As nossas gargalhadas eram legítimas e causavam ciúmes!
Nosso amor de irmãs vinha de outra dimensão do alto da montanha atrás de um arco-íris!
Sinceridade, dependência e vontade de ajudar em todos os sentidos.
Eu era um tsunami de carência, você uma enormidade de generosidade!
Por isso não aguento te amar assim a distância.
Sinto tanta falta do teu abraço, e não achei em nenhum lugar do mundo outro igual.
Nossas combinações desajuizadas...
Tentávamos nos colocar a parte do resto para proteger a cumplicidade.
Não deu!
Te perdi irremediavelmente.
Gosto de te saber tal qual mocinha de filme de "faroeste"
Amo te ver entre dedos nos braços de um príncipe!
Mas não te isento desse abandono minha irmãzinha!
É o que sinto, é o que te confidencio...
Essa saudade que não quer te deixar ir-se embora!
Mas vou te largando pode deixar!
Vai-te indo embora devagar, eu duvido que essa aura vai se apagar!
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